Post-it na lancheira

Achei uma ótima ideia.  Principalmente para mães como eu, que tentam de tudo para participar ao máximo da vida dos filhos. 

Rob Kimmel é um designer que teve a ideia de colocar todos os dias na lancheira do filho, um desenho incompleto com metade de uma frase para que Ben completasse no recreio.  O resultado foi o site WanderMonster, onde ele mostra vários lunch posts, com as meias histórias desenhadas e depois, com o complemento do filho.  Uma excelente forma de estimular a criatividade das crianças e ainda interagir de forma divertida com elas, mesmo quando não estão conosco.  Um motivo também para celebrar a volta da escola, quando devem mostrar com orgulho o que imaginaram como desfecho da história.  Abaixo algumas obras primas de Ben.

Mais aqui.

Para mim, este é um exemplo de pessoas que conseguem transformar o simples, ordinário e cotidiano em algo extraordinário.  Adorei!

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Novo de novo

Eu avisei que mudaria.  É só o layout, o resto continua igual.  🙂

Uma foto do visual anterior para não dar saudade.

ET Phone Home

Li esta semana que os cientistas já descobriram mais de 500 planetas fora do sistema solar, e que muitos deles podem ter condições de abrigar vida – pelo clima nem tão quente nem tão frio e presença de água na forma líquida.

A despeito de estarem há sei lá quantos mil anos luz de distância – não tenho inteligência suficiente para entender a dimensão destas medidas – começo a imaginar o homem terráqueo sendo apresentado a um ser de outro planeta e mais ainda: tendo que conviver com ele.  Tenho certeza de que a partir deste momento, conquistaríamos a Paz Mundial.  Sim, porque todo e qualquer preconceito contra cor, raça ou religião ficaria em segundo plano quando nos deparássemos com novos seres vindos de outros planetas. 

Tudo que é diferente, novo e desconhecido assusta o ser humano.  Por isso, o sentimento de união tomaria conta do planeta – já que a união faz a força – e o preconceito humano teria um novo alvo.  Seríamos todos terráqueos iguais contra os extraterrestres.  As autoridades não teriam mais tempo de se preocupar com pequenos interesses mundiais, apenas com grandes interesses interplanetários.  Não haveria mais guerras entre países, só entre planetas. 

Já imagino daqui a umas 10 gerações, um pai falando para seu filho: – João, por que você não sai com uma menina aqui da Terra mesmo, precisa se apaixonar por uma plunctplactiana?  Esta relação só vai trazer sofrimento para a nossa família, meu filho! 

Ah, Deus permita que eu reencarne nesta época! 🙂

Nostálgico Valentine’s Day

Pensando em não passar o Valentine’s Day em branco – sinceramente gosto bem mais do nosso 12 de junho – me lembrei do primeiro álbum de figurinhas que completei na vida.  Devia ter uns 7 anos e por incrível que pareça, o álbum não era dos Ursinhos Carinhosos ou da Turma da Mônica.  Eram as famosas figurinhas de um casal de bonecos peladinhos que ilustravam frases ingênuas – quase bobas – sobre o amor.  “AMAR É…” era uma febre nos anos 80, e encantava as menininhas sonhadoras que ainda brincavam de Barbie – quer dizer, Susi. 

PS: Procurando pelas imagens das figurinhas “Amar é…”, achei 3 outros álbuns da mesma época que me marcaram muito também. Quando me deparei com estas fotos, meu coração até disparou!  Elas subitamente me levaram aos meus 7 anos e senti por milésimos de segundo a sensação que tinha quando colava as figurinhas nestes álbuns.  Incrível como temos lembranças detalhadas da nossa infância guardadas na memória, mas que, se não são estimuladas ficam adormecidas para sempre.  Será que algum dia ia lembrar disso na vida? 

"Bem me quer" - 1982

Meu Deus, me lembro perfeitamente destas figurinhas!

"Fofura" - 1982

Cada página começava com uma letra, e algumas figurinhas tinham detalhes brilhantes - inédito na época

"Ploc Monsters" - tinha que raspar no verso da figurinha para colar

Não lembro se tinha Leticia!

 

Agora dá licença que eu vou procurar o meu Atari e minhas fofoletes…

Todas as imagens são do site Retromotoca.

Exagero em excesso desmedido

Ela era compulsiva.  Tudo o que ela fazia era exagerado.  Comia até explodir, bebia até cair, comprava muito mais que permitia sua conta bancária, falava sempre mais do que devia, virava noites trabalhando, mas quando cismava que precisava de descanso, passava dias e noites sem fazer absolutamente nada.  Era tudo sem limites.  Amava ao extremo, odiava com uma raiva que não cabia dentro de si.  Chorava por horas a fio ou ria até perder o ar.  Nada na vida dela era ameno.  Tudo o que ela vivia era intenso, quer dizer, ela fazia com que tudo ganhasse uma dimensão sobrenatural.

O problema é que ninguém conseguia conviver com ela, com seus ímpetos incontroláveis.  E um dia, ela se viu profundamente só e isso a deixou extremamente triste.  Era uma tristeza sem fim, que tomava conta da sua vida e não deixava espaço para mais nenhuma de suas compulsões.  Depois de chegar ao fundo do poço, resolveu assumir que estava doente e foi se tratar.  Como de costume, se dedicou a isso com o mesmo afinco que se entregou à sua tristeza, com a mesma voracidade com que devorava quilos de chocolate e a mesma energia que empregava quando gastava todo o seu salário em duas horinhas de shopping.  O empenho foi tanto, que depois de 2 meses de tratamento, se julgou curada.  Sim, ela própria se deu alta e informou ao médico que deixaria de tomar os medicamentos e de freqüentar a terapia.  O médico tentou explicar que este tipo de tratamento geralmente levava em média um ano e que a atitude dela durante o tratamento intensivíssimo era mais um indício de que ela ainda precisava de ajuda, mas não conseguiu.  Só conseguiu que ela ouvisse seu último e derradeiro aviso: – Ei menina, não vai fazer nenhum estrago hein!  Ela olhou para trás e toda faceira mandou um beijinho para o doutor. 

Estava convencida de que já estava completamente curada daquela tristeza medonha e que agora se sentia a pessoa mais feliz do mundo – apesar de não ter havido absolutamente nenhuma mudança na sua vida.  E lá foi ela pelo mundo com uma alegria incontrolável e dilacerante, se esquecendo de que sua doença era o exagero e não a tristeza.  E o estrago estava feito.

O que faz você feliz?

É o slogan do Pão de Açúcar, mas apesar de parecer, não é banco de imagens da marca.  É apenas uma seleção de imagens que me trazem inspiração, alegria, paz.  Lugares, objetos, momentos, detalhes, coisas lindas de morrer que me deixam feliz só por existirem.

Apesar de ser uma fervorosa defensora e apaixonada pelas palavras, tenho que admitir que algumas  imagens realmente valem mais do que mil palavras. 

  

 

 

 

 

Não canso de olhar…não são lindas demais?

Onde nós estamos?

“Cinema | Branca de Neve revolta-se contra a madrasta, que será Julia Roberts”

Branca de Neve vai se vingar da madrasta com a ajuda dos sete anões.  A rainha má será a Julia Roberts.

Julia Roberts, a eterna Linda Mulher, agora fará papel de bruxa.  A Branca de Neve, de coração puro, incapaz de fazer mal a uma mosca, vai tramar uma vingança cruel contra a madrasta.  E ainda com a ajuda dos fofos dos anões! 

Este mundo está de pernas pro ar mesmo!

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